...E QUE OPINA O DR. PABLO& Company) SOBRE OS ESTÁGIOS?

Chegando esta altura do ano, muitos alunos no fim do seu 5º ano me procuram para saber a opinião sobre os estágios. Para alguns de vocês as ideias dos professores são algo a ter em conta na hora de escolher. Conversamos sobre muitas ideias, opiniões, sugestões, .... e tenho pensado no assunto. Acho, sem dúvida, que é mais simples reflectir quando a gente têm as ideias por escrito do que quando o docente as relata numa conversa rápida no corredor. Possivelmente estas conversas os influenciam nas suas decisões mais do que nos pensamos. Por isso respondo por escrito a algumas das perguntas mais comuns que vocês me fazem. Isto é unicamente uma opinião pessoal do Dr. Pablo!!!

1.- Qual é a utilidade do estágio, para que é que serve, segundo a opinião do Dr. Pablo?

2.- Estagio curto o estágio cumprido?

3.- Estágio numa área ou em múltiplas áreas?

4.- E que pensa dos estágios triplos?

5.- Em Portugal ou no estrangeiro?

6.- Que sentido tem ir para o estrangeiro fazer coisas que nós não vamos fazer aqui em Portugal?

7.- Universidades ou centros privados?

8.- Países desenvolvidos, tipo USA, melhores que outro tipo de países?

9.- Mas sair para fora é muito caro. E a parte económica?

10.- Conselhos especiais?

Estas são unicamente opiniões. Para outros esclarecimentos particulares podem escrever-me ou falar comigo. É só dizer.

1.- Qual é a utilidade do estágio, para que é que serve, segundo a opinião do Dr. Pablo?

1.- Para facilitar um período onde se possa integrar os seus conhecimentos teóricos e teórico-práticos adquiridos na Faculdade junto com a prática real duma área concreta da veterinária.

2.- Um período para esclarecer duvidas sobre como funciona o como se vive "in situ" o dia a dia dum veterinário que trabalha numa área específica (p.ex como é o trabalho num matadouro, como é o trabalho numa reserva de animais silvestres,...). Também para resolver questões sobre os gostos particulares, as suas preferências de partes concretas da medicina veterinária (será que vou a gostar de trabalhar o dia todo com cavalos?)

3.-Aprender o aprofundar conhecimentos numa área da veterinária que é do seu interesse e que pela sua particularidade não é possível tratar durante o curso (p.ex patologia dos golfinhos, tratamento dos macacos, investigação laboratorial...). Exploramos campos desconhecidos e ao mesmo tempo aprendemos a valorizar se é a isso que queremos dedicar parte da nossa vida.

4.- Uma componente importante é a formação pessoal, o aspecto humano. Neste período conhecem gente que é distinta em formação, culturalmente, interagem com outras profissões, se acaso com outras culturas e países. Enriquecem-se como pessoas.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

O estágio é uma "oportunidade de ouro" do aluno treinar o que lhe foi
ensinado na teoria durante a Faculdade, sem ter que assumir a
responsabilidade dos casos perante o dono. É também a altura de aprofundar o
que não teve oportunidade de ver abordado tão a fundo na teoria. Há
situações que por muito que sejam explicadas na teoria
têm que ser vistas (e se for possível durante o estágio, melhor!). Por muito
que se leia que uma eclampsia dá tremores musculares, nunca mais nos
esquecemos quando realmente VEMOS uma!! Por fim, é uma óptima altura para o
amadurecimento e a consciencialização que, dentro em breve, acabam-se as 4
paredes protectoras da Faculdade e inicia-se, então, uma vida profissional
em que há que assumir decisões (e erros)... é um bom perído que permite esta
transição.

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

O estágio é a oportunidade que os alunos têm para terem um contacto próximo com a realidade que em principio querem exercer. Nesse aspecto, considero que devem tentar procurar bons locais de estágio, mais do procurar ter contacto com as realidades do nosso país, o aluno deve nesta altura procurar aquilo que se faz de melhor, no mundo. Em minha opinião o estágio já não é o tempo de experimentar, é tempo de ver, fazer e pensar, em suma, viver aquilo que querem fazer como médicos veterinário, com a vantagem de estarem protegidos das responsabilidades, por um orientador e um tutor. 

Voltar ao topo

2.- Estagio curto o estágio cumprido?

Durante o período de estágio vão fazer coisas e aprender assuntos que nunca mais vão poder fazer quando se tornarem veterinários. Poderão ser admitidos em centros médicos, industrias, instituições de investigação, universidades, ...lugares que unicamente recebem estudantes. É uma oportunidade única de aprender. É muito possível que as pessoas que os recebam tenham disposição para os ensinar. Quando são veterinários mudam as regras. É muito mais difícil que sejam admitidos uma vez que têm a sua carteira profissional.

Por isso, na minha opinião, estágios de doze meses são óptimos.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

Considero 9 meses uma boa duração de estágio. Há quem peça 1 ano, mas
parece-me muito tempo, porque o aluno é lançado muito tarde no mercado de
trabalho, comparativamente com outras Universidades. Há Universidades que
fazem estágios de 6 meses. Para quem faz estágio em mais do que uma área, é
muito pouco tempo.

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Em relação aos animais de companhia, que é a minha área, considero que um estágio comprido, permite um melhor estágio, e eventualmente conhecer duas formas diferentes de trabalho na mesma área.

Voltar ao topo

3.- Estágio numa área ou em múltiplas áreas?

Eu sou apologista de estágios múltiplos, excepto para pessoas que tenham muito claro que não querem outra coisa na sua vida que um assunto muito concreto (p.ex cães.... e se não faz isso muda de profissão...).

Eu recomendo sempre duas áreas distintas. (p.ex. lota/pequenos animais, grandes animais/pequenos animais, inspecção/ cavalos, porcos /lota.)

Na área que mais gosta deveria de ter um mínimo de 4 ou 5meses e um máximo de 7 meses. O resto seria para a outra área.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

Como nunca tive dúvidas quanto à área que queria seguir, definitivamente
aconselho numa única área porque aumenta a possibilidade de seguir e estudar
mais variedade de casos. O que aconselho, é que seja repartido por mais do
que um local. Quem estiver dividido entre áreas, então acredito que tenha
que optar por múltiplas áreas mas, na minha opinião, o máximo de 2 (o que dará 6
meses+3 meses).

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Considero que a vantagem de um estagio longo em animais de companhia, se perde se o estágio for repartido em duas áreas diferentes, mas entendo que espealmente aqueles alunos que poem a hipotese de exercer inspeção sanitária têm de fazer uma parte do estágio nessa área. Para quem não tem dúvidas, como era o meu caso, 9 meses de estagio em animais de companhia ajuda muitissimo na consolidação de conhecimentos.

 

Voltar ao topo

4.- E que pensa dos estágios triplos?

Acho óptimo. O melhor sistema, do o meu ponto de vista, para atingir os objectivos do estágio.

Quanto tempo? Um mínimo de 2 meses por área (8 semanas).

Nunca mais de 3 áreas. Um maior número de áreas é esgotante e duvido da sua utilidade.

P.ex

- 5-6 meses pequenos / 3 projecto de investigação / 3 inspecção na lota.

- 7 meses de pequenos animais / 3 meses equinos / 2 meses porcos .

- 7 meses medicina de grandes animais / 3 inspecção geral / 2 específico ovelhas.

- 5 meses produção avícola / 4 meses de lota / 3 animais silvestres.

Para este tipo de estágio o tempo tem que estar bem planificado de modo a não perder semanas entre as mudanças de área.

Seleccione um área prioritária (5 -7 meses) e duas áreas de "visita-prova". A veterinária é um mundo muito variado. É triste limitar a sua vida profissional a um único campo. Aprender distintos campos vai proporcionar uma visão alargada do mundo, muito importante para a sua vida futura. Não acho muito inteligente fechar-se numa direcção.

Mas a normativa não diz para estagiar unicamente em duas áreas? Pois, é verdade. Eu nesse caso faria um estágio de 9 meses "oficial" e logo, antes de ter o diploma, e antes de defender estagiaria noutra área. Desta ultima área "extra" não vou a apresentar relatório.

Mas a nota vai contar proporcionalmente ao tempo? Segundo as actuais normas de estágio a nota vai contar 50 % - 50% , em duas áreas unicamente, independentemente do tempo escolhido. Mesmo assim eu acho que vale a pena aprender vários campos. Ninguém vai subir a sua nota. Vocês são os únicos beneficiados.

Eu penso que um estágio não é uma especialização, não têm que aprender tudo. Durante o resto do seu percurso profissional deverão continuar aprendendo. Acho muito interessantes as pessoas que desejam conhecer outras realidades, além disso, as suas possibilidades de empregos serão muito maiores.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

Definitivamente pouco tempo dedicado a cada área que se escolha (3
meses). Penso que dá um conhecimento superficial de cada área, pelo que não
se traduz numa mais valia competitiva e de conhecimento em nenhuma delas. Se
eu representasse uma entidade empregadora (na área de pequenos animais) não
tenho dúvida que daria preferência a quem tivesse estado 9 meses em pequenos
animais, ou pelo menos 6 meses, do que a alguém que tivesse passado por
Inspecção, Pequenos e Cavalos, por exemplo. Ou se trata de alguém que está
mesmo dividido entre áreas e não sabe mesmo o que escolher (!) ou fazer
estágio triplo unicamente para aumentar a possibilidade de inserção no
mercado de trabalho, acho péssima opção.

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Parece-me que se são estagios em 3 areas de interesse diferentes, são demasiadas áreas para 9 meses. Em minha opinião 2 áreas é o maximo que deve ser realizado, sob pena de não se fazer bem o suficiente em nenhuma delas.

 

Voltar ao topo

5.- Em Portugal ou no estrangeiro?

Eu sou partidário de sair para fora pelo menos uma parte do estágio. Não pensando unicamente que "lá fora" as coisas se fazem melhor. Eu penso que ir ao estrangeiro para estagiar enriquece-os humanamente: outra cultura, outra vida, outros modos de pensar. Não duvidem. Sair para fora, durante algum período do estágio, os beneficiará como pessoas e como profissionais.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

Considero útil que, pelo menos, uma parte do estágio seja  feita no
estrangeiro (não obrigatoriamente longe!). Por muito que a medicina
veterinária tenha evoluido nos últimos anos em Portugal, há ainda muito a
aprender com aqueles que praticam uma medicina mais especializada desde há
mais anos. Por outro lado, é sempre bom estar em contacto com outras
"mentalidades" porque, por vezes, o que determina a evolução de uma caso
clínico é a postura e mentalidade do veterinário. Isto já o disse o
Guilhermo Couto, relativamente a casos de Oncologia...

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Na area dos animais de companhia, considero quepodemos aprender muito indo para o estrangeiro, para paises tecnicamente mais evoluido, pois permite-nos ver para onde vamos, e mais do que isso ver outras formas correctas de trabalhar e pensar e novas realidades que abrem o espirito. Há que ter em atenção que indo para o estrangeiro, devem ser procurados locais de referencia, pois tb há locais onde se trabalha mal.

 

Voltar ao topo

6.- Que sentido tem ir para o estrangeiro fazer coisas que nós não vamos fazer aqui em Portugal?

Com o tempo, o que se faz lá fora, se funcionar, chegará a Portugal.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

É certo que concerteza algumas coisas não se conseguem aplicar
facilmente em Portugal (radioterapia, cintigrafia, ...). No entanto, é
sempre útil saber o que de mais avançado se faz em Medicina Veterinária
(estar actualizado). Nunca se sabe quando vamos ter um proprietário que,
devidamente informado pelo veterinário quanto às opções terapêuticas, decida
deslocar-se a determinado local (que conhecemos por exemplo no estágio!!)
que forneça melhores soluções do que em Portugal. Exemplifico com um caso de
um gato hipertiróide visto num centro privado no Porto cujo proprietário
decidiu ir para o Canadá  fazer tratamento com
iodo radioactivo. As exigências de qualidade de serviço são particularmente
notadas em donos sem restrições económicas.

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Permite-nos ver para onde vamos, e mais do que isso ver outras formas correctas de trabalhar e pensar e novas realidades que abrem o espirito. Ao contrario do que se possa pensar, a principal limitação que eu como medico veterinario sinto, em relação aquilo que posso fazer, mais do qualquer meio técnico, é o meu conhecimento teórico e a capacidade de pensar e conduzir os casos clínicos, pelo que considero, que não é o facto de não ter acesso um TAC ou uma RMI que me pode fazer um pior veterinario, mas não saber pensar um caso clinico de forma fundamentada e lógica pode dar fortes dores de cabeça. Como tal penso que é tb a nossa função estender os limites para começar a propor novas coisas aos proprietarios, que lentamente irão começar a aderir.  

Voltar ao topo

7.- Universidades ou centros privados?

Eu não sou apologista dum estágio integralmente numa Universidade. Alguns períodos nas universidades podem ser de muita utilidade mas não na totalidade do estágio. Eu, pessoalmente, gosto muito dos centros privados como lugares de estágio. Se integra no dia a dia e se conhecem outras realidades diferentes da veterinária (competitividade, gestão, horários de trabalho, economia, produtividade, ...) Um pormenor é importante: o centro de estágio deve ser uma unidade onde pelo menos trabalhem 3 pessoas. O facto de estagiar com uma única pessoa dá-lhes uma visão reduzida da realidade.

 

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

Muito difícil de responder...

 -Pela minha experiência pessoal, gostei bastante de estagiar num centro privado. No entanto, é certo que o aprofundar dos casos clínicos era muito à custa do meu tempo fora do centroprivado porque há um facto incontornável no funcionamento de um centroprivado: o factor tempo! Há o ritmo e o nº das consultas que têm que ser asseguradas. O cliente não pode ficar muito tempo à espera porque há um aluno estagiário que está a querer tirar dúvidas, por exemplo, em relação àinterpretação de um  rx enquanto há várias consultas à espera na sala de espera. Se o centro privado "for bom" penso que é possível um equilíbrio muito interessante entre aprendizagem e "rapidez" clínica, porque é tb importante para o futuro clínico ver resolver BEM casos clínicos com uma certa desenvoltura e rapidez, tantas vezes necessárias numa clínica privada.

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Universidades, pois o aluno ainda está em formação e as faculdades têm maior intuito pedagógico, pelo que o aluno pode aproveitar mais os casos clinicos. Por outro lado é a unica opurtunidade de estarem neste locais, pois a maioria das universidades nao aceitam veterinarios ja formados, enquanto que a maioria das clinicas aceitas veterinarios ja formados, podendo voces visitá-las depois de terminarem o curso.

Voltar ao topo

8.- Países desenvolvidos, tipo USA, melhores que outro tipo de países?

Isso não sempre se cumpre. Podem ir a Davis (Califórnia) que é das melhores universidades do mundo e o estágio ser uma seca...e por outro lado assistir a estágios no fim do mundo e aprender imenso.

A minha recomendação é que vão a um lugar que lhes chame a atenção, que tenham curiosidade, que os apaixone, que os estimule....Se vocês estão contentes com o lugar as possibilidades de apreender são muito maiores. "Até o pior prato tem sabor de manjar se estamos com a pessoa de quem gostamos...." Busquem algo que lhes estimule a sua curiosidade e arrisquem.

Estagiar não é algo seguro....tem sempre um grado de incerteza importante. Tem de arriscar....

Podem encontrar alguém fantástico num lugar perdido de Deus ou estar no melhor lugar do mundo e não "conectam" com ninguém para apreender. Depende das pessoas que os recebem e principalmente da disponibilidade que vocês tenham para colaborar e para apreender.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

Se é para ir para o estrangeiro, penso que há a lucrar mais com países
mais desenvolvidos que permitam acesso a tecnologia menos habitual por cá...~

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Paises desenvolvidos. Eu pessoalmente considero Inglaterra um bom pais para estagio dada a sua proximidade, e pessoalmente alinho mais pela "forma de estar", mais europeia e que nos é mais familiar que o "american life style" (que a mim pessoalmente me baralha...) 

 

Voltar ao topo

9.- Mas sair para fora é muito caro. E a parte económica?

É um factor importante, mas as vezes sobrevalorizada por os alunos. Nalgumas ocasiões no lugar de estágio oferecem a estadia, comer pode ser mais barato do que nos pensamos e sempre podem existir cantinas, ...é uma questão de estudar calmamente as coisas com a máquina de calcular na mão.

Eu, não dispensaria os lugares unicamente pelo factor económico. Investiguem (nas épocas em que vocês vão os voos são mais baratos, existem residências para estudantes,...)

Também nunca deixaria de pensar num crédito bancário mas isso é uma opinião pessoal. É verdade que é um grande investimento,....mas investir na sua educação é acrescentar 100 vezes o valor do seu dinheiro. Quando forem veterinários terão dinheiro para fazer estágios mas não terão tempo para os fazer....e não há créditos de tempo !!!

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

Existem bolsas que podem ajudar nesse aspecto (para a união europeia,
por exemplo, a Bolsa Leonardo Da Vinci é uma boa ajuda... Eu fui para
Espanha com esta bolsa- viagens pagas, etc..). Além disso, algumas
universidades e alguns centros privados fornecem alojamento (o que já é uma
boa ajuda).

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

è sempre mais caro que ficar em Portugal. Mas tem de se considerar um investimento, no futuro e na profissão que que nos vai pagar as contas. Por outro lado há muito mais apoios para se ir para fora como aluno, que como veterinário. Mtos dos locais podem inclusivamente providenciar ou facilitar alojamento.

Voltar ao topo

10.- Conselhos especiais?

Organize-se!!!!! Isto é prioritário. TODOS os dias sente-se e dedique uma hora de relógio (nem mais nem menos) para preparar o seu relatório. Inicialmente aproveite o tempo para ler as normas do estágio, veja o que precisa..., Simplifica o seu tempo de preparação do relatório, melhora a aprendizagem durante o estágio, retira o stress, o estágio fica bem sedimentado, a discussão final vai ser mais simples e coerente e finalmente vai facilitar imenso a sua vida e o seu dia a dia em particular.

Importante: se você não está seguro de que irá gostar duma área....vá estagiar nessa área com gente que seja muito boa. Tente aprender com os melhores, mesmo não sendo a sua área de escolha prioritária...especialmente se não é a sua área de escolha prioritária.

DRA. JOANA (serviço clínico da Faculdade)

    1) Para quem vai para o estrangeiro: chegar durante o dia!
    2) Planear antecipadamente o estágio. Uma candidatura de estágio pedida
com a devida antecedência tem mais possibilidade de ser aceite. O pior é
ficarmos a pensar que não tínhamos o "currículo" necessário nem notas
suficientes para sermos aceites. É mesmo uma questão de tempo, a maioria das
vezes.
    3) Nunca deixar de fazer uma candidatura de estágio a um local que
queríamos muito, porque achamos que não vamos ser aceites!! Grande erro... o
máximo que pode acontecer é recebermos um "não"!!!
    4) Aguardar pacientemente a resposta do local ao qual nos propusemos
para fazer estágio. Ainda que demore, há sempre uma resposta. Não pensar que
não valorizaram o nosso pedido

DRA. JORGE (serviço clínico da Faculdade)

Contactem com veterinarios, antigos alunos que ja tenham feito estagios, peçam conselhos especialmente se vão para locais onde eles já estiveram. Não tenham medo pois esta é a altura de se aventurarem e também arriscar um pouco. 

 

Estas são unicamente opiniões. Para outros esclarecimentos particulares podem escrever-me ou falar comigo. É só dizer.

Voltar ao topo