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CASO MODELO URINÁRIO Infecção de tracto urinário |
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Para orientar os alunos sobre a elaboração dos
casos correspondentes aos temas de DERMATOLOGIA, URINÁRIO e ONCOLOGIA para o
estagio na área de clínica de animais de companhia o docente disponibiliza
este caso-tipo (elaborado por um aluno) como modelo aproximado de como
deveria desenvolver-se um caso clínico. O caso citado tem sido elaborado* (e gentilmente cedido para a
sua disponibilização on-line) por o (ex-aluno ) Dr. Filipe Armada para o seu
relatório de estágio no ano 2004. *O caso tem sofrido umas
mínimas correcções frente ao original apresentado pelo aluno Guardar
este caso (arquivo PDF |
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PRÉ
– CASO . Urinário |
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Identificação
do animal nome: Loiro; peso: 2,7
kg;idade: 10 anos; sexo: masculino(inteiro); espécie: felino; raça: Abissino Motivo da consulta: disúria e urina avermelhada
(possível hematúria) |
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Anamnese:O dono refere que o animal apresenta disuria,
adoptando uma postura de micção durante longos períodos, que contudo culminam
numa produção de urina de quantidade normal a diminuída (não sabe ao certo).
A frequência das micções está aumentada e a urina tem uma coloração
avermelhada. O dono pensa que esta situação começou há 2 dias, tendo vindo a
piorar com o tempo. Não foi dada qualquer terapia prévia. A anamnese dirigida aos diferentes sistemas
revela que o apetite está normal destacandos-se a não apresentação de sinais
de poliúria-polidipsia. O
Loiro encontra-se vacinado (panleucopénia, calicivirose, rinotraqueíte) há
menos de um ano e desparasitado contra endoparasitas (há mais de 6 meses-
produto desconhecido) e ectoparasitas (há 3 meses- produto desconhecido). Tem
história prévia de diarreia há 4 meses, que foi medicada e se resolveu em 4/5
dias. Não realizou qualquer cirurgia, nem se encontra a tomar qualquer
medicação. Vive dentro de casa, não tendo acesso ao exterior. Come ração
húmida de qualidade superior. Tem contacto com mais um gato, que não
apresenta qualquer sinal. Não tem hábito de ingerir objectos ou comida
extranha e não tem acceso a tóxicos. |
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Exame físico geral: Encontrava-se ligeiramente deprimido, com atitude
normal em estação, decúbito e movimento. Condição corporal normal.
Apresentava-se hidratado (não havia perda da elasticidade cutânea ou
enoftlamos, e as mucosas apresentavam-se húmidas e quentes). O pulso era forte, bilateral, simétrico,
rítmico, regular, sem ausências e com uma frequência de 200 bpm. Os
movimentos respiratórios eram do tipo costo-abdominal, de profundidade
normal, com uma relação inspiração-expiração de 1:1,5, rítmicos e com uma
frequência de 20 rpm. As mucosas (oral, conjuntival, anal e peniana)
encontravam-se rosadas, húmidas, brilhantes e o TRC era inferior a 2 seg. A temperatura era de 38,3ºC (com tónus e
reflexo anal normais e sem presença no termómetro de sangue, diarreia ou
parasitas). Os gânglios linfáticos não apresentavam alterações à palpação. A
palpação abdominal revelou uma sensibilidade
aumentada na palpação da bexiga. A auscultação cardio-pulmonar não revelava
alterações. |
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Exame Dirigido ao Sistema Urinário:
Na anamnese dirigida o dono não sabe quantificar a quantidade de
urina, nem a quantidade de água ingerida, referindo contudo que não notou
grandes modificações nas quantidades com o tempo. Adopta uma postura normal
mas prolongada durante a micção. O número de micções encontra-se um pouco
aumentado (5-6 vezes/dia – policiuria). O animal apresenta de igual forma
comportamento de dor durante estes episódios (disuria). Não apresenta
história de ingestão de qualquer fármaco ou tóxico, nem de hemorragias ou
traumas. Não há de igual modo história compatível com electrocussão, golpes
de calor ou exercícios intensos. A palpação do
aparelho urinário não revela alterações renais (localização, tamanho,
superfície, consistência, forma e mobilidade normais, sem sinais de dor). A bexiga
encontrava-se na região pélvica, com dimensões normais, parede de
consistência normal a aumentada com sinais de dor à palpação. Palpaçõa rectal
da uretra não foi realizada. O penis não apresentava alterações. |
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Exames complementares: Rx abdominal LL : sem alterações Bioquímica sérica: Ureia - 63 mg/dl (normal
20-50); creatinina, Na+, K+ e Cl- com
valores dentro dos intervalos de referencia. Urianálise (por cistocentese).
Análise macroscópica: tom avermelhado, ligeiramente turva, densidade > 1,040.
Tira reactiva: eritrócitos > 250 cél/μl; urobilinogénio - negativo;
bilirrubina - + (leve); proteínas - 50 mg/dl; corpos cetônicos - negativo,
ácido ascórbico - ++; glicose - negativo; pH = 8; leucócitos - 500
cél/μl. Sedimento: bactérias – número reduzido (intra e
extracelulares) (coccus); eritrócitos, leucócitos e células epiteliais em número elevado; cristais e cilindros -
ausentes Diagnóstico: infecção do tracto
urinário (uretrocistite) Terapêutica: Esteve
internado durante 7 dias. O animal manteve-se estável durante o internamento.
Foi administrado Marbocyl® (marbofloxacina) 4 mg/kg SC, SID
durante todo esse período. Foi feita fluidoterapia
com Lactato Ringer (manutenção – 12 ml/h) durante 2 dias e a partir daí foi
alimentado com dieta C/d Hills® e tendo água
disponível em todo momento. A partir do
quinto dia começou a urinar normalmente e sem sinais de disuria. Foi dado de
alta hospitalar no sétimo dia, tendo sido medicado com Cloreto de amónio
66mg/kg PO TID, durante 1 mês e Marbocyl® (marbofloxacina) 2 mg/kg
PO SID, durante 14 dias. Aconcelhou-se ao dono vigiar a produção de urina (3
a 4 vezes por dia) Acompanhamento: Foram realizadas
urianálises de controlo ao 5o e ao 21o dias tendo em ambos os casos as amostras revelado
a ausência de bactérias, leucócitos no sedimento ou de alcalúria, pelo que a
terapia antibacteriana foi continuada inclusive 1 semana para além da última
análise. |
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CASO URINÁRIO |
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Discussão: Após a realização da anamnese
e exame clínico ao animal, definiram-se como principais os seguintes
problemas clínicos: leve depressão, disuria/estranguria, policiuria, urina
avermelhada (possível hematúria) e aumento da consistência da parede vesical
com dor à palpação. A presença de taquicardia (200 bpm), poderá corresponder
ou não a um problema clínico relevante, devido à variabilidade deste
indicador na espécie felina (altamente susceptível a stress durante a
manipulação). Deste modo, e tomando sempre
em consideração todas as informações obtidas através da anamnese e exame
físico, devem ser considerados como diagnósticos diferenciais as seguintes
patologias (por ordem de probabilidade): Urolitíase; FUS (idiopático);
Neoplasia /pólipos/Massa uretral ou vesical; Infecção do tracto urinário
inferior (ITU); Compressão extravesical (massas/neoplasias/organomegalias);
Pielonefrite; Remanescentes uracais/ Uréter ectópico Como exames complementares
realizaram-se uma radiografia abdominal latero-lateral direita, urianálise
com análise do sedimento e análises de bioquímicas e electrólitos sanguíneos
(ureia, creatinina, sódio, potássio e cloro). A radiografia não demonstrou
qualquer alteração visível, pelo que se pode excluir a presença de urolítos
radiopacos ou marcadas compressões extravesicais. Os resultados da analítica
sanguínea demonstraram apenas um leve aumento do valor da ureia. Embora não
permitam eliminar qualquer diagnóstico diferencial, estes resultados permitem
excluir grave afectação renal ou marcada obstrução urinária (uretral), pois
nestes casos se verificaria igualmente um aumento do valor de creatinina
com/sem presença de desequilíbrios electrolíticos. Assim, a urianálise
revelou-se como o exame complementar de maior auxílio diagnóstico. Por um
lado, a ausência de cristais na análise do sedimento diminui (mas não exclui)
fortemente a probabilidade de urolitíase, enquanto que a ausência de cilindro
diminui a probabilidade de participação renal (lesão a nível dos túbulos
distais e colectores). Por outro lado, a presença de piuria, hematuria,
bacteriuria, proteinuria e o aumento do número de células epiteliais no
sedimento, em combinação com uma urina alcalina são fortemente sugestivos da
presença de infecção bacteriana5. O urianálise é um método barato,
rápido e relativamente exacto de garantir a presença ou ausência de ITU,
tendo-se demonstrado que o aumento do número de leucótitos e a presença de
bactérias no sedimento estão associados a resultados positivos em mais de 92
% das culturas urinárias2. Outros estudos indicam que apenas cerca
de 15% das análises de sedimento em animais com ITU demonstraram alterações
mínimas ou ausentes (estas cerca de 5,8%)7. Alguns autores referem contudo que, embora a presença de bactérias
num sedimento de urina recolhida de forma asséptica, é indicativa da presença
de ITU, ela deve ser sempre confirmada com a realização de culturas
bacterianas quantitativas e qualitativas, devido à frequente presença de
artefactos semelhantes a bactérias nas análises de sedimento, ou devido a
possíveis contaminações (perfuração intestinal, incorrecta manipulação da
amostra)1,3. Deste modo, foi apenas
possível diagnosticar com “relativa exactidão” a presença de infecção do
tracto urinário inferior, e excluir os restantes diagnósticos diferenciais,
como sendo responsável pela sintomatologia clínica do animal. Contudo, estes
podem estar presentes, e ser inclusive, a causa predisponente da infecção
(ex: neoplasia/pólipos/massa uretral ou vesical; Remanescentes uracais/Uréter
ectópico). No entanto, e dado que 85 % das ITUs em gatos, ocorrem como
episódios singulares (ITUs simples)2, a realização de um protocolo
diagnóstico mais completo poderá estar limitada a infecções que se venham a
demonstrar como persistentes ou recorrentes. No actual caso, uma segunda
limitação correspondeu à indisponibilidade financeira do proprietário para a
realização de um protocolo mais exaustivo, que poderia compreender exames
como: urografia excretora (exclusão de ureteres ectópicos);
cistografias/uretrografias contrastadas (exclusão de urolítos radiolucentes,
massas intraluminais, remanescentes uracais); ecografia abdominal (excluir
com maior exactidão compressões extravesicais, presença de massas, urolitos,
pólipos, neoplasias ou alterações ao nível do parênquima renal compatíveis
com pielonefrie)4. Contudo, sempre que se
verifique um aumento do número de leucócitos ou a presença de bactérias no
exame do sedimento, a cultura bacteriana (quantitativa e qualitativa) deverá
ser realizada de forma rotineira como parte de um protocolo básico1,2,3.
Para além da confirmação do diagnóstico, esta permite identificar a
espécie/espécies bacteriana(s) envolvida(s), auxiliando a correcta gestão
terapêutica da infecção2. Assim, teria sido provavelmente de maior
beneficio diagnóstico a realização de uma cultura urinária, ao invés da
radiografia abdominal (incapaz de excluir à partida de forma definitiva
qualquer dos diagnósticos diferenciais). Apesar da inflamação do
tracto urinário ser comum na espécie felina, a infecção bacteriana é segundo
os autores, ocasional (com uma prevalência na população que varia entre os
0,1 a 1% da população)2 a rara (menos de 2% dos casos de
inflamação têm como origem primária a infecção bacteriana)5.
Geralmente causadas por flora intestinal ou cutânea que ascende através da
uretra, são maioritariamente infecções simples (uma só espécie de bactéria),
e raramente envolvem bactérias anaeróbias5. A Escherlichia coli é a espécie mais prevalente com cerca de 52%
das infecções, sendo nove géneros diferentes de bactérias responsáveis por
cerca de 99% das ITUs bacterianas em gatos2. É uma patologia mais
comum em gatos idosos, e com uma incidência que aumenta com a idade1.
Outras doenças imunossupressoras (FIV e FELV) poderão aumentar o risco desta
patologia1, pelo que a realização de exames serológicos para a sua
detecção poderia fazer parte de um protocolo de diagnóstico mais completo. O objectivo da terapia
antibiótica nestes animais é fornecer uma actividade antibacteriana no local
de infecção superior à necessária para a inibição do crescimento bacteriano,
ou mesmo de eliminar a própria infecção (bacteriostática/bactericida). Para a
escolha de um antibiótico adequado é necessário que este: possua uma
concentração urinária que exceda a concentração inibitória mínima para a
espécie bacteriana infectante pelo menos em quatro vezes; seja fácil de
administrar; apresente poucos efeitos secundários de toxicidade; não seja
demasiado dispendioso e que não afecte de forma adversa a flora intestinal do
animal1,2. O
animal foi internado durante 7 dias, tendo-se administrado marbofloxacina 4 mg/kg sc, SID durante todo esse
período. Esteve igualmente sob fluidoterapia
(Lactato Ringer 12 mL/h) durante os primeiros 2 dias. Após a alta foi medicado com Cloreto de amónio
66mg/kg po TID, durante 1 mês, tendo continuado a terapia com marbofloxacina
2 mg/kg po SID, durante 21 dias. Realizaram-se controlos (urianálise com
análise do sedimento) ao 5º e 21º dias de tratamento, na qual se verificou
uma normalização dos valores de leucócitos, eritrócitos, bactérias, células
epiteliais, proteínas e pH, e o desaparecimento da sintomatologia clínica,
tendo-se considerado que o animal se encontrava curado após o segundo
controlo, mantendo-se contudo a terapia até ao final do período estabelecido.
A
terapia antibiótica instituída no presente caso, não obedeceu a um critério
de selecção rigorosa, tendo-se baseado na experiência clínica do veterinário
responsável, ou na suposição de que a maioria das infecções é provocada por
bactérias do tipo gram negativo, que são normalmente susceptíveis a fármacos
como a enrofloxacina ou marbofloxacina5. No entanto, a terapia
antibiótica deveria numa situação ideal ser baseada em testes de
sensibilidade (difusão em agar ou técnicas com diluição antimicrobiana), ou
em escolhas rigorosas com base na identificação da espécie bacteriana (anexo,
tabela 1), ou coloração gram5. Outros autores referem que a
escolha de um antibiótico, sem testes de sensibilidade apenas poderá ser
efectuada quando encontramos espécies bacterianas capazes de alterar a sua
susceptibilidade aos antibióticos de forma gradual (anexo, tabela 2), e para
as quais, existe um nível de confiança superior a 90% sem que seja necessário
a execução de testes de sensibilidade2. Contudo, recentemente
demonstrou-se que bactérias consideradas previsivelmente susceptíveis a
antibióticos como a Pseudomonas spp,
ou Streptococcus spp apresentaram
elevados valores de resistência aos antibióticos usualmente prescritos (de notar
no entanto que a sensibilidade foi baseada em concentrações plasmáticas)7.
A duração aconselhada da terapia antibiótica nestes casos é de 2 a 3 semanas,
podendo atingir as 4 semanas na presença de ITUs complicadas5.
Dado se tratar de um macho, a patologia foi classificada como complicada, e a
terapia sido instituída pelas 4 semanas. Devido ao breve período de semi-vida
terapêutica de muitos antibióticos utilizados em ITUs, e associados à
condição de policiuria, pode ser desejável a administração destes agentes
três vezes por dia2. Contudo, tal problema não se verificava neste
caso, dado que a marbofloxacina apresenta um período de semi-vida mais longo. A utilização de acidificantes urinários
como o cloreto de amónio (utilizado neste caso), tem sido defendida como
terapia conjunta em ITUs, dado o crescimento bacteriano se tornar mais
difícil nessas condições. A sua utilização poderá no entanto, predispor a
formação de urolitíase, pois diminui a solubilidade dos cristais de oxalato,
sílica, uratos e cistina5. Antisépticos urinários como o mandalato
de metenamina poderão igualmente ser utilizados conjuntamente à terapia
antibiótica no controlo ou profilaxia de ITUs, com uma eficácia terapêutica
provavelmente superior à dos acidificantes urinários. Este fármaco deve ser
administrado por via oral a uma dosagem de 10 mg/kg QID5. A sua
utilização em conjunto com o cloreto de amónio aumenta a sua eficácia, pelo
que poderia ter sido adicionado com efeitos positivos, à terapia do presente
caso. O acompanhamento foi
efectuado através da realização de urianálises com análise do sedimento.
Contudo, é fortemente recomendado a utilização de culturas urinárias no
seguimento de ITUs, pois as análises do sedimento relativamente a valores de
leucócitos, ou presença de bactérias, não se têm demonstrado fiáveis na
avaliação do sucesso da terapia antibiótica2. Por outro lado, a
utilização de culturas permite: verificar com maior celeridade a eficácia do
antibiótico utilizado ou presença de resistências, e detectar rapidamente a
presença de infecções persistentes ou a presença de toxicidade por parte dos
antibióticos3. Tais análises de acompanhamento poderão ser
efectuadas segundo diferentes esquemas:
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Apesar dos diferentes protocolos é possível observar
que no presente caso deveria igualmente ter sido realizado um controlo
(cultura urinária) após a descontinuação da terapia, de modo a excluir a
presença de uma possível recorrência da infecção. Alguns estudos têm demonstrado a presença de novas
estirpes de calicivírus em gatos com patologias das vias urinárias
inferiores, que poderão desempenhar um importante papel na patogénese da
doença. O seu grau de envolvimento na patologia e a sua eliminação poderão no
futuro aumentar as taxas de sucesso da terapia de diversas patologias
urinárias felinas, nas quais se incluem as ITUs7. |
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Bibliografia (1) Bartges JW (Julho
2004) “Diagnosis of urinary tract infections” The Veterinary Clinics of North America Small Animal Practise 34,
923-933 (2) Ettinger SJ, Feldman
EC (1998) “Bacterial Infections of the Urinary Tract” Textbook of Veterinary Internal Medicine 2ª edição, 1678-1686 (3) Lulich JP, Osborne CA
(Julho 2004) “Urine culture as a test for cure: why, when, and how?” The Veterinary Clinics of North America
Small Animal Practise 34, 1027-1041 (4) Nelson RW, Couto CG
(2003) “Clinical Manifestations of Urinary Disorders” Small Animal Internal Medicine 3ª edição, 568-569, 588-598
and (5) Nelson RW, Couto CG (2003) “Urinary
Tract Infections” Small Animal
Internal Medicine 3ª edição, 624-630 (6) Rice CC, Kruger JM,
Venta PJ, Vilnis A, Maas KA, Dulin JA, Maes RK (2002) “Genetic
Characterization of 2 Novel Caliciviruses
Isolated from Cats with Idiopathic Lower Urinary Tract Disease” Journal of Veterinary Internal Medicine 16,
293-302 (7) Seguin MA, Vaden SL,
Altier C, Stone E, Levine JF (2003) “Persistent Urinary Tract Infections and
Reinfections in 100 dogs” Journal of
Veterinary Internal Medicine 17, 622-631 |
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Anexo Abreviaturas: ITU – infecção do tracto urinário SID – uma vez ao dia TID – três vezes ao dia QID – quatro vezes ao dia |
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Tabelas: |
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Tabela 1 – Agentes antibacterianos para a qual mais de 90% dos culturas
urinárias são susceptíveis in vitro a concentrações menores que um quarto da
concentração urinária esperada (Nelson & Couto 2003). |
Tabela 2 – previsão ou não da susceptibilidade antibacteriana, através
do tipo de bactéria (Ettinger et al 2001) |
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